As preocupações associadas aos efeitos da qualidade do ar na saúde pública geralmente leva em conta a poluição atmosférica no exterior dos edifícios. No entanto, as pessoas passam a maior parte dos seus dias em ambientes interiores: nas suas casas, em transportes, nos locais de trabalho, em zonas comerciais e de lazer no interior de ambientes fechados.

Nesses espaços interiores, o desenvolvimento de microorganismos, o uso de produtos de limpeza, a existência de materiais e equipamentos poluentes, a própria ocupação humana e a deficiente ventilação e renovação do ar, são alguns dos fatores para que tanto o número de poluentes quanto a sua concentração sejam, em geral, muito mais elevados do que no ar exterior.

Por estas razões, tem crescido os cuidados para os problemas da qualidade do ar interior.

 

Mas, afinal, em que consiste a qualidade do ar interior?

Não se trata somente da existência (e concentração) de poluentes (dióxido de carbono, monóxido de carbono, partículas, compostos orgânicos voláteis, entre outros), mas também do nível de conforto (umidade relativa e temperatura) e da percepção que cada um faz da qualidade do ar que se respira.

Os níveis de umidade relativa, temperatura e mesmo a presença de certos compostos orgânicos voláteis como perfumes podem ser considerados “confortáveis” para algumas pessoas e “desconfortáveis” para outros.

 

Para manter um ar de boa qualidade é necessária a utilização de produtos, materiais e equipamentos pouco poluentes; ter uma localização correta das entradas de ar nos edifícios, longe de focos de poluição exterior; proibição de fumar nos espaços interiores; correto dimensionamento dos sistemas de climatização; entre outras medidas.

 

Embora seja mais eficaz e barato prevenir os problemas de qualidade do ar interior do que resolvê-los, muitas situações requerem simples soluções, como por exemplo: alterações nos hábitos dos ocupantes, substituição de alguns materiais utilizados na decoração ou de produtos usados na limpeza ou um ajustamento das taxas de ventilação dos espaços interiores.

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